terça-feira, 19 de junho de 2018

Dia #7

Hoje eu não estava muito bem. Então não fiz tudo o que tinha a fazer.  Mas me permiti acordar 1 hora mais tarde... acordei, fiz um bom café da manhã, devagar, tomei tranquila e terminei de ler um livro.
"Há tantas versões de nós mesmos que podemos escolher ser "

Esse livro é o último de uma sequência iniciada por "Como eu era antes de você". Que foi um livro que chegou no momento certo para mim. Na época que li nem havia menção de torná-lo um filme. Quando o terminei pensei em toda a vida não vivida. Em tudo que não fiz.  Em tanto que posso fazer, e que viver, é uma obrigação. Porque eu tenho possibilidades na minha frente. Não posso apenas desperdiçar meu tempo.
Tenho que confessar a vocês. Na onda do minimalismo recorri aos livros digitais... Mas não me dá prazer como folhear um livro, senti-lo nas mãos.  Vou aproveitar um pouco de cada, não vou abandonar a compra de livros físicos vez ou outra.
Li a manhã toda, preparei meu almoço, ouvi algo edificante espiritualmente enquanto me arrumava para o trabalho. No trabalho fui feliz.
Entrei em contato com mais uma pessoa.  Estou usando o Whatsapp para tentar contatar as pessoas e marcar encontros de verdade.
***
Apesar dos pesares, eu tô lutando. Não me entreguei, mesmo que as vezes seja preciso me arrastar. Eu tô caminhando devagar.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Dia #6 Domingo preguiçoso

Domingo foi o dia de me recuperar do trabalho que tive nos dias anteriores.  Senti um sono tão forte que parecia ter tomado um anti-histamínico. Mas não havia nada importante demais a fazer mesmo. Dormi várias vezes durante o dia. E tudo bem.
Enviei mensagem a duas amigas que sinto saudade.
No fim do dia uma outra amiga apareceu aqui. Não nos víamos a tempos.
Foi um dia de descanso e conversa.

domingo, 17 de junho de 2018

Dia #5 - Estar junto

Um dos meus objetivos não listados é estar mais com as pessoas, família e amigos novos e antigos.  Conversar com alguém, fazer algo pra alguém, receber em casa, não é perda de tempo. Pelo contrário. É um tempo bem gasto. 
Eu sempre fui a pessoa que se isola. Gosto de estar só. Muitas vezes em reuniões sociais eu ficava ansiando o momento de estar com meus livros e séries e a minha cama.  De fato, ainda não gosto de grandes reuniões, festas, etc. Gosto de estar com poucas pessoas... com tempo de conversar, conhecer, realizar trocas.
Ontem estive com pessoas, com a família. Passei o dia sem pegar no celular. Cozinhei com carinho. Ah... esse é um dos prazeres que estou descobrindo cada dia mais. Amo cozinhar para quem eu amo. Receber em casa, preparar uma boa refeição. Isso é uma mudança boa nos meus sentimentos. Eu difícil eu querer receber em casa, pois minha casa é humilde. Eu ficava nervosa de cozinhar e não agradar.  Agora sou simples. Faço coisas boas e simples... saudáveis.
Ah... e presentear momentos. Quero usar assim meu dinheiro ao presentear alguém. Dar a pessoa uma experiência, um sentimento.

***
Infelizmente não consigo alegrar a todos ou amenizar as dores de todos que amo. Mas não vou me entregar. E vou tentar ser suavidade.
Por muito tempo eu me endureci, pra dar conta de muitas responsabilidades. Agora eu estou em um retorno ao afeto, abraço, carinho. Amenidades... como levar um caldo quente e um bolo a alguém triste. Dar um abraço.
Eu queria sempre dar respostas. Soluções. E me frustrava quando não tentavam o que sugeri. Estou aprendendo que eu não tenho que dar as respostas. Mas tentar deixar a vida dos outros um pouquinho mais fácil. Eu sofro com os outros.  Se precisar eu choro, mas depois eu vou secar as lágrimas e seguir. Porque é muito bom aliviar a dor de alguém, nem que seja um pouquinho.

E também é bom dividir felicidade... porque aí ela se multiplica.
***
Nada de compulsão alimentar... esses dias mais focados estão me tranquilizando muito.
Mais amor pra todos vcs!!!

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dia #4

Já é quase 11h da noite. Eu ainda vou tomar banho, não parei desde cedo. Foi um dia cheio. Teve engarrafamento. Teve trabalho. Teve chuva no caminho. Fiquei chateada por uma expectativa que talvez não se cumpra nunca e que não depende de mim.
Mas fiz um afago em forma de comida pra mamãe e levei na casa dela pra ela e meus irmãos. Amanhã estarei com a sogrinha amada. Dei banho nos meus bichos e eles estão cheirosos e gostosos de abraçar. Limpei a casa.
Não me exercitei, mas acho que os afazeres domésticos contam, né? Me alimentei bem. Trabalhei bem.
Foi um dia bom... tirando aquela expectativa que eu mencionei. Ela me deixou meio pra baixo.
Amanhã espero tranquilidade e serenidade.

Dia #3

Esqueci de postar ontem. Mas vamos lá... hoje posto duas vezes.
Dei atenção a mim ontem. Dancei com o Just dance no YouTube, alonguei, dei atenção a minha família.  Trabalhei com gosto. Sorri. Sofri por um problema. Mas fui otimista só pra variar.
Agora eu vou cozinhar com gosto pra quem amo... e vou deixar minha casa aconchegante.
Pra fazer o dia bonito.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

A importância real do trabalho/ Dia #2

Em algum momento o trabalho se tornou o ponto central da vida das pessoas. Começou a ser considerado algo bonito e louvável "dar o sangue pela empresa". E trabalhar muito se tornou elogio. Quem trabalha muito é "guerreiro",
A qualidade é ignorada. O que importa é o quanto você se sacrifica. Quanta dor você suporta sem perder o dia e quantas noites sem dormir você passa. Ainda entram na conta bajulação e/ou simpatia.
Daí que não percebem que uma pessoa doente pode se sacrificar, mas não pode produzir bem. Que um funcionário equilibrado fará mais e em menos tempo. Que um funcionário que sabe a hora de trabalhar e a hora de voltar pra sua família, seus amigos, que passa um tempo cuidando de si mesmo e se engrandecendo como pessoa, esse será um funcionário que não causará problemas, discussões, acusações... gente feliz produz mais.
Algumas empresas já estão entendendo isso. Valorizam e cuidam dos seus funcionários. Auxiliam seu desenvolvimento, sua saúde... dispondo de academias, horários flexíveis, ambiente acolhedor. Mas a cultura continua a ditar que vc deve trabalhar muitas horas e que estar ocupado é status.
Eu amo meu trabalho, mas não vou dobrar. Eu posso pensar em estratégias de ensino. Estudar e fazer pesquisas para exercer melhor minha função, ajudar os alunos. Eu posso ter tempo de estar com minha mãe, meus irmãos, meu marido. E fazer atividades significativas pra mim que não tem dinheiro como retorno.

Trabalhe para viver, não viva para trabalhar. Encontre meios de ser bem produtivo dentro do seu horário de trabalho. Não se distraia. Use sabiamente o tempo e melhore suas habilidades.
Não é bonito se matar de trabalhar. Bonito é viver e fazer bem tudo. Bonito é ser completo.
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Por hoje controlei melhor a ansiedade, passei tempo com minha irmã, fui a pé para o trabalho, li, bebi água... menos que deveria, mas mais que de costume. Comi bem também. Sem compulsão.
Por hoje é isso.
Bjs!

terça-feira, 12 de junho de 2018

Dia #1

Fazer 1 post para o blog de pedagogia. - está em andamento!

Contemplar o belo. Em alguns momentos registrando no Instagram. - Ontem sim, hoje não.

Fazer o dia bonito. - arrumei algumas coisas em casa, pendurei um quadro

Beber mais água. - 1,5 l , que já é evolução para mim

Fazer no mínimo 15 min de exercício e alongamento. - me alonguei e fui a pé para o trabalho. Não fiz mais porque estava com dor e não queria arriscar perder o dia no trabalho.

Participar de atividades significativas e dar mais valor a elas. - Sim. Fui a uma reunião com aprendizados bíblicos sempre incríveis. Vou toda terça e sábado. Mas se vou bem preparada é melhor. E se vou de mente e coração aberto e empolgada, melhor ainda